sexta-feira, 1 de julho de 2011

Universo Feminino.


A mulher é um universo paralelo atípico. Suas regras físicas não obedecem nem mesmo a física quântica. Toda a sua lógica é própria de seu universo particular.
Todas possuem um “Que” de rainha do drama. São donas das suas verdades, e com certeza sempre terão a razão. São 110% emoção. Uma montanha-russa de emoções, que vai da alegria ao ódio em segundos. Aparentemente todas são bipolares, e algumas até tri-polares!

Sejam elas sua mãe, irmã, esposa ou até melhor amiga... A vida começa por elas e gira em torno delas.
Para cada mulher, um pequeno universo, e dentro dele, toda a sua lógica própria e toda forma adversa de existir.
Não há como não amá-las. Tudo que se possa fazer na vida, é a respeito delas ou para elas. Diversos caminhos nos levam a elas.

Não há palavras suficientes para defini-las, não existe uma forma tão real de agradecimento que possa se repetir todos os dias.
Apenas a satisfação de tê-las por perto e agradecer por essa oportunidade de adentrar a esse universo paralelo insano e muitas vezes conturbado que nos faz feliz (e deveras estressado, às vezes!)
Para todas as mulheres em nossas vidas, um simples "obrigado, por tudo!"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Alienação central pela esquerda, virando a direita.


Somos alienados desde pequenos. Temos opiniões forjadas a partir de outras. Não tem esquerda, direita , centro...são só esboços de opiniões. A realidade é diferente de toda a teoria.

Não temos certezas de nada, mas batemos o pé sobre opiniões de terceiros. Somos arrogantes ao dizer que sabemos muito, mas não sabemos quase nada.
Nossos fundamentos são alienados. Nossas opiniões são mais copiadas que as versões do Windows. Nada é concreto. Nenhuma opção é a verdadeira. Existem diversos caminhos e nenhum é o único.

Temos nossa opiniões moldadas constantemente. Temos a certeza de estarmos certos. Somos apenas um esboço do que seria a verdade.
Todo nosso conhecimento é conduzido e nossa certeza da verdade é apenas uma opinião. Dormimos com as certezas, e a aquela louca sensação que achamos que se chama “razão”.

Não há sentido se parar para raciocinar. O sentido por si só é ambíguo e escravo das vontades. São as sensações que amordaçam o conhecimento que temos, e não é possível discernir o que é a face da realidade e o que é real.
A direita está um pouco torta, a esquerda está um pouco sem nexo, o centro está fora do eixo.

Ao lado vemos os partidários esbravejando sobre as razões de seus conflitos. Suas bandeiras estendidas estão manchadas apesar de clamarem a sua pureza de ideias. TodosT tão cheios de razão, e as certezas do mundo se fazem ao redor. Em tamanho discurso, não param para raciocinar, que o próprio raciocínio é falho, quando pensam na velha máxima :”Errar é humano!”, e se abdicas de errar, o que tu serias então?

Euforia estranha.



Pode a libido enfrentar a tristeza? O impulso quase irracional que abala a noção existencial em que cerca o ser? Como pode esquecer-se de todas as dificuldades e intempéries em que vive?

O equilíbrio vivido é tênue, e se modifica por simples transmissores. Captar todas as modificações, reações e mudanças ao redor. Há um uivo por dentro dessa pele. O mundo se modifica com seus sabores e modos. A funcionalidade de tudo ao que sentia era abstrata e incomodava para reacender como uma fênix.

Levanta de forma sublime dessa tumba inerte. Por causa de impulsos. Reações contrárias a sua própria existência criadas pelo seu próprio ego.
Novas formas se constroem ao seu redor, novas possibilidades. Parece outro mundo, outra dimensão. Mas não é.

É o mesmo lugar que antes era o suplício. E são situações imediatamente opostas. Por livres impulsos. Pequenas captações da vida em forma de eletricidade e o que era cinza se torna mais claro.

Mas será apenas uma fase, ou ainda uma forma de enganar-se, ludibriando-se nessa libido? Na forma em que existe, e na forma como se criou, é a esfera em que vive e respira. É a forma que sempre desejou ser, quase irracional. (E extremamente racional)

Cabe mais do mundo em seu ser, ou esquece-se de tudo que viveu pelos ares que respira atualmente? Novas rotas são traçadas e os planos mudaram, mas as metas continuam as mesmas. As metas que sejam até o fim as mesmas.

Esse sentimento de euforia, que as vezes parece descabido, toma força e se cria como se tivesse vida própria. Estranha força, vida estranha.

Nossa Prisão.


Os tijolos da prisão se formam para proteger quem esta fora. Os tijolos da casa se formam para proteger quem esta dentro. A pele que recobre o corpo se constitui para proteger os órgãos. A proteção pode ser uma incógnita de duas faces.

A proteção pode vir a ser uma prisão. O espaço aberto não faz o pássaro ser livre, tampouco suas asas. O que o faz ser livre é sua vontade, sua natureza.
Nossa prisão é a nossa limitação. Nossos medos. Nossos pequenos casos quase irracionais.

Nossas vidas perdidas em pedaços e retalhos. As faces de mentiras, tanto para outros quanto pra si. A maior prisão que existe reside em nós. Tampouco temos a chave que imaginávamos. Os grilhões pesam mais que toneladas. Só podemos amaldiçoar e maldizer. (sim, de forma errônea)

Só temos as nuvens para admirar, porque a liberdade que pensamos possuir é ilusão. Ilusão convertida em esperanças , preces e metas. Mas que nunca serão. Tijolo por tijolo. Moldamos a prisão, tijolo por tijolo, e imaginamos que protegemos de quem esta dentro não saia. Talvez o verdadeiro mal já esteja fora, por ai. E dentro, de uma forma perpetua e que perdura mais que na pele.

Temos a prisão perpétua para cumprir, temos a pena capital no final. Nessa pele não há escapatória, e dessa realidade não existe escapatória. A prisão está formada, e perpetuada em nossas mentes. Nossos pequenos passos, nossos pequenos interesses. Nossa prisão.

domingo, 8 de maio de 2011

Calma!


 
Calma!
É preciso ter paciência com todos os nossos problemas e soluções. Para que tanta pressa? Porque correr com a tesoura na mão? Calma, fazemos nosso tempo e criamos as oportunidades.

Imagine que tudo tenha seu tempo, e o tempo que temos para mudar todas as opiniões feitas e consolidadas. Todos os “pré-conceitos” consolidados. E acima de tudo, é preciso ter calma!

Espere um minuto para você, pegue esse tempo para nós. Não corra, não exploda, não chore, espere. Os momentos que temos para mudar são constantes, não precisamos de datas especiais, réveillon, ou segundas-feiras para  mudar. As circunstâncias nos mudam constantemente.

Temos o tempo de fazer. Temos a vida inteira até morrer. Todos os nossos momentos se perdem com bobagens, pensamentos destrutivos. Evite perder seu dia com tais pensamentos.
Guarde os planos na sua caixa predileta, não os amasse, não esqueça. Entenda todas as dificuldades de que passou, do que vive e do que virá.

A capacidade de tudo acabar  dando errado é 97,25%. As leis de Murphy reinam mais que as leis federais. Ainda sim, temos nossas metas, nossos planejamentos. Elabore um plano B, caso isso não aconteça, elabore um plano C, e assim por diante...se acabar o alfabeto, tente algarismo romano.

Imagine um planejamento, imagine como tudo deve acabar. Provavelmente irá imaginar errado, mas as circunstâncias se apresentarão das melhores formas possíveis. Nossa vida é moldada a cada dia.

A cada momento, não precisa correr, mas não se mantenha parado. Esteja em constante movimento, com ideias que possam se consolidar. Estique suas metas, imagine o seu futuro. Pare, olhe e atravesse...

domingo, 10 de abril de 2011

Existe solidão mesmo quando se está em uma multidão.



Existe solidão mesmo quando se está em uma multidão. O sentimento vazio que se manifesta. Identidade inconsolável, perdido em pensamentos estranhos. Coloca um fone no ouvido para tentar fugir desses mesmos pensamentos, mas é apenas uma solução paliativa.

O silencio é o que incomoda. O barulho é o que perturba. Indeciso nas decisões, mas sabe que não gosta dessa penumbra. A luz que sempre procura hesita em aparecer.
Existe solidão mesmo quando se está em uma multidão. A casa cheia não te da conforto. Essas vozes do lado de fora, não lhe interessam.

O mundo se comunica, mas não fala nada. Sozinho dentro dessa sala, a imaginação ecoa para fora desse corpo, desse mundo. É o maior dos medos, implícito nos mais diversos medos.
Destrói motivações e sonhos. Independente da quantidade de pessoas ao seu redor ela o ataca. A solidão não lhe tem preconceitos, ataca qualquer um em qualquer etapa da vida.

Nossos mundos são tão diferentes, a vidas se formam de forma tão caótica, mas os medos...esses são bem parecidos, e a solidão lidera esse ranking. Algo quase irracional e primitivo que nos faz agarrar a menor possibilidade de estar perto de alguém. Sem essa chama, perdemos um pouco de nossa humanidade. Sem esse fogo, Prometeu teria morrido em vão.

A solidão que nos aguarda em breves momentos do dia, tentamos não dar conta de sua existência, fingimos nos entreter ao meio ao vazio desse eco. Ecoa apenas a solidão. Gestos vazios e sem sentidos não encontra a quem entender. Não existe prece para se escutar. Existe solidão mesmo quando se está em uma multidão.
Não há discussões calorosas nesse vácuo. O conforto é imaginar que o dia seguinte sempre será diferente.

Preso dentro de si, se encontra mais preso que muitos detentos encarcerados. O isolamento incondicional, de forma estranha, se manifesta. Toma seu mundo e suas ações. Não há porque comemorar. Ainda não. As promessas ainda são promessas. Os planos estão constantemente sendo mudados, mas o que pode persistir é a ameaça de se concretizar, pura solidão.

terça-feira, 15 de março de 2011

Príncipe Encantado!



O cavalheiro no cavalo branco não chegou. Hoje em dia ele usaria uma Harley Davidson, talvez. Mas ele não vem. Deve estar parado na fila de carros... Mas saiba que ele não vem!

As juras de amor são apenas para saborear a sua carne. Sentimento antropofágico do canalha. O sapo foi beijado e contaminou seu lábio com veneno. O último romântico foi morto com uma dose de cicuta, em um ato impensado de ignorância.

As preces não serão atendidas... Não da forma que espera. A armadura reluzente foi comprada a prestações, e o nome está sujo na praça. Seu príncipe está sem reinado, é bastardo e brigou com os pais. Não aceite propostas fantasiosas, pule com os pés descalços nos cravos, para sair do transe que o frescor da rosa lhe deixou. O céu é ensolarado, mas o arco-íris não é jura de amor. Não acredite nas promessas vazias, não durma no ponto.

Seu príncipe não vem, pois se perdeu em outro harém. O conto de fadas está quase no fim, e o lobo mal está comendo a vovozinha. Não espere fugir dos defeitos, não espere a perfeição, não espere. O mundo é mais que seus planos, a vida é mais real que seus sonhos. Planos traçados e objetivos em papel: Esqueça e se atenha aos planos “B”!

A idealização do parceiro te fará sofrer. A vontade de querer lhe fará sofrer. Quer mais do que pode conseguir, se mantêm fora dos limites humanos da compreensão dos erros. Lembre sempre que errar é humano e repetir o erro faz parte de um final “feliz”. Saiba que sempre há um fim, sempre.

O mundo gira e com ele suas adversidades. Novas opções e realidades, e tudo se modifica para formas estranhas, sons dissonantes. O ideal morreu faz algum tempo, fumaram suas cinzas. O verdadeiro perigo é acreditar que ele ainda existe. O verdadeiro momento de sofrimento foi esperando por algo inexistente e inalcançável.

A paixão foi espetada por um anjo cego e sem remorso de ter errado. Não se iluda com os olhares, não hesite em errar. Relaxe sobre o mundo, sem pressa, sem a pressão do que imagina ser o amor indo embora. Príncipes não existem mais, agora é tudo na base do parlamento ou falsos governos totalitários.

Seu grande amor mentiu. Sua cara metade se foi. Seu príncipe encantando na verdade é uma bruxa... Mas não se desespere. Aceite a derrota. Das cinzas há de sair uma fênix mais do que folclórica. Reaja e saberá que o verdadeiro doce vem quando se experimenta o que é mais amargo.

Não beije mais os sapos esperando se tornarem príncipes ou vai acabar ficando envenenada além de não ser muito higiênico. Não espere que a magia da fantasia resolva seus sonhos. Aceite o que tem de melhor para você, aceite os defeitos e não durma dentro desse sonho. Acorde, reaja e viva o momento como tem que ser. E aceite esses sapos como são, apenas anfíbios (escolha um que não seja venenoso, que seja limpinho e o ame da forma que ele o é!)



domingo, 13 de março de 2011

Nosso tempo e nós.


“5 minutos, é o necessário para se perder desde um ônibus a todo sentido da vida. Momento efêmero que se passa. É o momento do tudo e do nada. É apenas um momento.”

Preso nesse calabouço, no alto dessa torre. Trancou-se e engoliu a chave. Sozinho em meio a multidões, o pânico se instaura em não poder se comunicar nessa terra de estranhos, com seus rostos estranhos e suas conversar fora do seu foco.

“4 minutos, foi o tempo necessário para tudo acabar. Há muito o que se fazer, e o tempo nunca é suficiente. Houvesse o estampido, um cheiro de pólvora, gosto de sangue. Por minutos. O tempo não reflete nossa angustia.”

Tantos assuntos e nenhum lhe interessa. A cama está cada vez mais vazia. Esse silêncio todo incomoda, ainda sim, vive e anda no meio dessa multidão. Calados e apressados. O mundo gira apesar de suas preocupações.

“3 minutos é o tempo necessário para tomar a decisão. Toda a concepção de sua vida mudará após esse ato, um mundo inteiro de opções se abre para você, e você tem apenas alguns instantes para escolher e resolver o que ser e sentir."

Preso. Está preso por vontade própria em um reino tão vasto. Não existe rosto amigo nessa imensidão. Todos são párias que idolatram o momento.

"2 minutos, a escolhas são a cada instante. O tempo de parar para pensar é curto, e ações a serem tomadas são imediatas. O Tempo necessário para acabar mudando a rota do seu rio."

Mundos separados por conexões virtuais. Vontades guardadas a sete chaves. Sofrimento bate a porta com a recordação do amor perdido. As variações não se modificam mais; se tornaram constantes. Perigo constante. Nada será como foi ou como deseja que seja.

"1 minuto, um leve suspiro, perdido no meio do tempo entre o agora e o nunca. A idade é apenas uma referência cronológica, a maturidade vem independente dela."

Parece desnorteada, os quadros na parede trazem lembranças que a fazem sofrer. Parece triste, aqueles que deveriam estar ao seu lado, esqueceram-se de perguntar "você quer ir conosco?". A memória parece ser uma criatura ingrata, remoendo seu amago e se alimentando de todos os momentos bons que agora se tornam lembranças tristes.

"30 segundos, para tudo que se foi, para todos que não estão aqui, foi necessário apenas um momento, um risco no tempo, um lapso na vida. O minuto entre o tudo e o nada. A vida e a morte"

Não importa mais sentir, o que passou não pode voltar. Não precisa esconder o esqueleto no armário. As mesmas perguntas sempre retornam em diversos momentos da vida. Basta encarar a situação contornando-a da melhor maneira possível. Não ha teatro em cena. Não há vampiros sedentos por sangue. Apenas o "não", e o vazio que o precede. Apenas a sensação, de que tudo está vazio de forma irremediável.

“Agora, já passou. Foi o tempo perdido. Nada será com foi. Só esse momento é o que podemos usar. Só essa vida que nos sobra. Mais alguns segundos e tudo mais restarão mudados.
Enfim, será o começo de tudo...."

quinta-feira, 3 de março de 2011

Intrépido


Forte e corajoso como o reflexo de um leão. Mas sua imagem esconde o cristal que é seu âmago.
Essa força que aparenta, é às vezes ilusória. Sua mente se torna vulnerável a todo tipo de pesadelo.
Forte e destemido, sua imagem não reflete os perigos que sente os medos que esconde!

Não há fuga de si, não há como se perder. Não há escapatória, e sua imagem é de um ser impávido.
Sua vida gira em torno de um sistema não linear.
Tudo contra sua vontade e sua força é apenas o que imagina ser o suficiente.

O coração bate, bate para não ter que apanhar! Se esquiva para não ser atingido.
Consome um mundo de informações, com medo de ser consumido no final.
Pensa nas dúvidas e perplexidades do cotidiano, se abate ao ataques furtivos.

O mundo dos sonhos bate a porta. Mas tem que acordar.
Os sonhos batem a sua porta, mas realidade quer bater em você!
Precisa pensar em si e não se perder.
Precisa estar forte apesar de tantas derrotas.

Precisa mais do que ontem, em acreditar no futuro.
Difícil está pensar sem ter que parar e os desestímulos que se abatem no ser, as portas que se abrem de forma estranha...
Todo o mundo parece esperar suas decisões.Os moldes pré-estabelecidos que regem todo o resto, é o que esperam que ele faça, é o que esperam que ele seja.

E você, que aparenta ser tão forte e tão dono de si e protetor daquilo que gosta, se encontra perdido nas virtudes que almeja, e no ideal que explana.
Vive perdido em um mundo fantasioso esperando se tornar real.
No final da estória, parece que o personagem não é tão heróico em seu perfil.
Seu foco parece disperso em sonhos, e seu ideal se torna mundano.


Ele é apenas humano, mais do que gostaria de ser, mas literal que da forma com que lhe ensinaram-no a ser.
Amanhã é sempre outro dia, mas não espere por ele em busca de decisões. Mantenha a calma, mas viva em todo o seu esplendor o dia em que suspira.
Nas contradições que nos encontramos e vivemos, temos que nos aceitar. Grande e infalível ser, você não existe como deveria de ser.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Renovar


As estações mudam o ano e ainda sim são continuam as mesmas. Nossos momentos mudam, e os sentimentos são os mesmos. Nossos sabores mudam de paladar, mas as sensações são as de sempre. Conceito de bem ou mal, é que alimentamos, é o que faz crescer dentro de nós. Vemos nosso coração bater, a veia pulsar e nosso pensamento ir além de nosso tempo. Esperando tudo se renovar. Novas sensações, e velhas sensações. Novos sentimentos , velhos amores. Esperamos o mundo inteiro se renovar. Esperamos ansiosamente a Fênix, renascer da labareda.

Novos rumos estabelecidos nos mesmos caminhos. Nova força renovada, reforçada e ampliada...veremos o contorno de novas situações, seremos novas pessoas, com fundamentos vivos e reciclados. Aprendizado constante, vida inconstante. A cada hora que passa novos ares, novas vidas, e as velhas sensações voltam a assombrar a sua casa.

Renovar, tudo que puder ser ressurgir, renascer.
O coração bate forte com as noticias. Tudo se modifica, e o conhecimento do novo lhe faz sonhar com o que era velho.
Com sorte o mundo retorna a seu ponto de partida. Com sorte, o azar não te pega. Faz o conto de fadas se tornar real como deveria de ser.
Na esperança que as lembranças a façam revivar, na esperança de que tudo se resolva como se fosse um sonho bom. O pensamento sempre revive, e os sentimentos se renovam, a cada dia, a todo momento.


Espera a brisa passar, pois o tornado já foi muito pior. Respira longe das cinzas que se jogam ao vento...espera, apenas espera. Tudo se renovar. O velho se tornar novo. Estamos em um ciclo. Vivendo uma rotina de novidades. Quisera mais do que sempre teve, e reza para quiçá possuir.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Não é o Fim enfim.


Caminhos separados, foi dado o ultimato. Confidenciado o que nunca deveria ser dito ou pensado.
Nosso mundo já não é o mesmo. Nossas rotas se modificaram.
Almas gêmeas declaradas se separam. De tão parecidos que são, um não suportou sua face espelhada. Novos rumos, esquecer o passado, mas as mágoas permanecem. Irmã da tristeza. Apenas sente pena.

Foi dada a noticia e um novo rumo deve se tomar. Cada palavra doía mais do que qualquer golpe. O sentido se perdeu, e toda a emoção fica a flor da pele. (não deveria de ser assim)

Nossos mundos nunca mais serão os mesmos, e nossos sonhos serão deixados para trás. Ainda a tanto para se viver, mas o que era a esperança de uma vida se tornam duas.
Não há o que lamentar além do mal que se abate. Não há mais o que pensar além da tristeza da noticia. O ultimo carinho não existiu. O último abraço foi esquecido (não deveria de ser assim)

Agora somos dois. Caminhos diferentes, momentos diferentes. Rotas alteradas para novos caminhos
(não deveria de ser assim). E o que resta são as memória que teimam em resistir ao tempo.
E mais uma história que se termina, e que fim esperávamos?
Mas então, a esperança bate a porta de forma inusitada. Enquanto houver coração, bate a vida no peito. Enquanto houver esperança há vida. Só mais um suspiro, uma palavra de aconchego, e nada mais.