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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Quem lucra com as infinitas crises?



Falam tanto em crise, mas o que é uma crise? E a pergunta mais importante...Porque ela existe ( a quem ela faz lucrar )?
Da mesma forma que guerras em estados afastados no continente Africano geram lucros exorbitantes com tráfico de armas, em troca de pedras preciosas. venda de armas para milicias que em troca vendem drogas em seu extrato bruto, tráfico de mulheres no leste europeu em países não tão desenvolvidos que ainda sofrem com infraestrutura.

A fome que se gera inflacionando o bem de consumo necessário, a sede que é financiada em cidades que não vemos na TV, como protótipo de algo que querem que se torne real para outros estados mais avançados, para serem uma nova metodologia de mercado a ser exportar.

A desgraça é um mercado extremamente lucrativo...não é a toa que o crime organizado movimenta bilhões de dólares sem tributação alguma pelo mundo ( e talvez seja a principal razão pelo seu combate, tributação ao invés do vicio ). O vicio movimenta o negócio, mas se fosse tributado como o álcool e o cigarro, talvez fosse combatido com menor força. Mas tudo é mercado.

A morte é um mercado promissor. Quem comanda o exército não precisa estar no fronte sangrando. Quem vende armas a países subdesenvolvidos com histórico de guerras tribais, não precisa entender de geografia ( e nem quer saber!), mas precisa saber de finanças.

Agora a parte mais importante, a quem interessa uma crise na Europa? A quem interessa uma quebra em um bloco consolidado a quase duas décadas, e uma moeda forte que derrubou outra que era uma unanimidade internacional? Não digo mais em nações, pois o tempo das nações se passou...agora temos empresas, transnacionais. Oligopólios estão nos lugares de nações.

Bancos financiam o mundo moderno, sem gerar nada! Emprestam dinheiro alheio e geram lucro pra si, com o empréstimo do dinheiro de outrem, e assim se tornam as maiores empresas do mundo. Agiotagem é crime (se feito por pessoas não jurídica de pequeno porte)...mas feitas por corporações e com leis bem fundamentadas, até fica legal.

Com essa nova desgraça se repetindo, alguém se pergunta no novo mundo: "quem está ganhando? Quem está lucrando?". Não é mais os países dos “negros e muçulmanos” que estão sendo molestados; é a economia mundial, que age em forma de cascata. E quem será o vilão por detrás da poltrona, alisando o gatinho? Quem são os vis vilões por detrás desse plano pérfido?




segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Terrorismo econômico na visão do leigo.


Não vou falar sobre commoditites, não vou falar sobre ações na bolsa de valores ou derivativos. Vou falar sobre terrorismo:

1) Indução do medo por meio da divulgação de noticias em benefício próprio (terrorismo psicológico).
2) Recurso usado por governos ou grupos para manipular uma população conforme seus interesses.
3) Subjugar economicamente uma população por conveniência própria (terrorismo econômico).

Há um grande mercado financeiro, onde se negocia tudo e em especial conceitos e reputação. Sem o conceito de “valor” agregado aos bens que hoje são comercializados em diversas esferas, não teríamos um mercado financeiro. E dentro desse mercado financeiro, em uma esfera macroeconômica, temos corporações que ditam o rumo dos negócios e atrás dessas ditas corporações, estão bancos que detêm títulos e valores de todos os seres economicamente ativos, em diversos países e de diferentes origens.

Em meados de 2009, ocorreu uma crise que foi impulsionada pela especulação imobiliária nos EUA, onde foram feitas execuções de milhares de hipotecas vencidas e que foram refinanciadas por um valor que o público-alvo não poderia pagar. Criando uma bolha especulativa, bilhões de dólares em prejuízo e um efeito cascata que afetou o mundo globalizado, atingindo multinacionais e afetando a renda de milhões de pessoas ao redor do mundo.

Países de 1º mundo se viram falidos, e tendo que cortar custos sociais, como o “Bem-estar social” que fora introduzido na Europa depois da 2ª guerra mundial e que vinha tratando os seres humanos com um pouco mais de dignidade.

Alegava-se que todos perderam com essa crise. Todos? Existe uma balança que sempre tende para o lado mais forte. Existe uma “mão invisível” que tende a balancear a economia. Alguns como Bernard Madoff, que armou a maior fraude da história (US$ 50 bilhões ) e lesou bilionários, empresas e bancos em 40 países, pode ser citado também como uma das fontes dessa crise especulativa.

Mas o principal inimigo da economia global, é o “terrorismo”. Tática muito usada na América do Norte, e que hoje parece querer se alastrar pelo globo, com noticias de “Bancos financiadores de países em crise”, como o FMI que tenta gerar pânico na economia mundial gritando “fogo, fogo!” onde ainda nem mesmo acenderam a lenha. Uma tática que enriquecem poucos e que continua alavancando frutos... Mas até quando seremos títeres de tiranos de colarinho branco?